O futuro da pecuária já está em movimento e quem participou do Simpósio de Confinadores viu isso de perto.
A Trouw Nutrition e suas marcas de produtos para ruminantes, Bellman e Bigsal, compartilharam conhecimento e estratégia para quatro importantes regiões de Rondônia: Cerejeiras, Jaru, Ariquemes e Cacoal. Mais de 100 pecuaristas estiveram presentes, todos com um objetivo em comum: produzir mais, com eficiência e rentabilidade.
Os números são claros e não podem ser ignorados: o Brasil ganhou cerca de 19 milhões de cabeças, enquanto a área de pastagem diminui. No Norte, o crescimento do rebanho já ultrapassa 60% nas últimas décadas.
Produzir mais com menos área deixou de ser tendência. É realidade.
O confinamento e o semiconfinamento se consolidam como ferramentas estratégicas. Em Rondônia, esse avanço já é visível: nos confinamentos, os alimentos concentrados representam cerca de 71% das dietas dos bovinos, refletindo o nível de intensificação que o mercado exige.
Já no semiconfinamento, saímos de 30% para 50% de adesão nas fazendas entrevistadas no período de 2022 a 2025, segundo dados da Scot Consultoria.
Além do uso estratégico das ferramentas de engorda, um tema atual ganhou destaque no evento: o impacto silencioso das micotoxinas na produção intensiva.
Presentes desde ingredientes mais comuns, como milho, farelo de soja e coprodutos, até alimentos produzidos na própria fazenda, como a silagem, as micotoxinas representam um risco constante e, muitas vezes, invisível. No confinamento, esse impacto atinge diretamente o desempenho.
Nutrição precisa, controle de riscos e tecnologia aplicada são o que separam quem cresce de quem fica para trás. O Simpósio de Confinadores deixou uma mensagem clara: o mercado mudou, e quem entender isso primeiro lidera.